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Desde o nascimento da indústria do plástico na década de 1950, foram produzidas mais de 400 mil toneladas de plástico por ano, das quais menos de 10 % foram recicladas, segundo o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA). Esse cenário alarmante transformou o planeta em um grande depósito de lixo plástico, que inclui desde garrafas e sacolas até os chamados microplásticos. Essas minúsculas partículas de plástico já foram encontradas nos lugares mais improváveis: desde o topo do Monte Everest até as fossas oceânicas mais profundas do planeta, estando presente até mesmo no ar exalado pelos golfinhos.
O presidente e CEO da Iberdrola, Ignacio Galán, participou da sessão inaugural da Conferência Internacional de Mudança Climática 'Change the Change', realizada em San Sebastián (País Basco, Espanha) para debater sobre os desafios que a sociedade enfrenta diante dos efeitos das mudanças climáticas.
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O plástico atingiu o ponto mais profundo do planeta: o abismo Challenger, situado a 11.000 metros de profundidade, onde praticamente nem mesmo o homem é capaz de chegar. A descoberta é a melhor prova da dimensão do problema e de que chegou o momento de se conscientizar e fazer o possível para reverter essa situação.
A incerteza quanto ao comportamento do vento é o principal handicap para instalar um parque eólico, especialmente em lugares de orografia complexa. Onde e como colocar os aerogeradores para aproveitar ao máximo esse recurso? A supercomputação tem a resposta.









